sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A sociedade da magreza

Os padrões de beleza vigentes impõem a magreza como fator fundamental para que possamos ser considerados belos.
Modelos, atrizes, figuras que em geral se destacam na mídia e podem ser considerados referenciais de boa aparência e saúde física, são em sua grande maioria magros, malhados, lipoaspirados, além de ostentarem padrões de vida que aparentemente promovem a felicidade contínua e incondicional.
Precisamos tomar cuidado, pois as aparências enganam. Corpos magros e musculosos nem sempre são sinônimo de boa saúde, muito menos de felicidade.
A obsessão pela manutenção da boa aparência pode causar danos físicos e psicológicos, levando as pessoas a desenvolverem problemas como bulimia, anorexia, vigorexia (pessoas que treinam até a exaustão para manutenção da boa forma), além de favorecer o consumo de produtos como esteróides anabolizantes, diuréticos e emagrecedores.
Como ponto clímax da obsessão pelos corpos ideais, muitas pessoas, sejam elas famosas ou não, têm optado pela manutenção ou alteração cirúrgica das formas corporais, aumentando o risco de infecções hospitalares e traumas relacionados a complicações durante as cirurgias.
Somos inegavelmente influenciados pela sociedade da qual fazemos parte, mas temos que controlar nossa necessidade de socialização, pois a manutenção das diferenças individuais é fundamental para a manutenção de uma sociedade saudável e sem preconceitos.

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